Ciência e Saúde Coletiva dedica número sobre a importância de periódicos de saúde coletiva editados no Brasil

Por Lilian Nassi-Caló

csc

A comunicação científica tem um papel fundamental no desenvolvimento e prática da saúde pública e coletiva. Responsáveis por formulação de políticas públicas e tomadores de decisão em níveis nacionais, regionais e globais buscam seguidamente as melhores evidências para fazer recomendações e traçar estratégias e metas para a saúde. Resultados de pesquisa, principalmente aqueles publicados em periódicos arbitrados, subsidiam a construção de evidências, e por isso constituem o arcabouço do conhecimento em saúde pública.

O Brasil tem boa representatividade internacional nas publicações de Saúde Pública e Coletiva tanto em número de artigos quanto de periódicos. Ocupa o sétimo lugar em número de documentos indexados internacionalmente com ao menos um autor brasileiro em 2014, segundo dados do Scimago Journal Rank/Scopus. Na base Web of Science (Thomson Reuters), estão indexados 260 periódicos de Saúde Pública de um total de 12.679 publicações. O Brasil possui atualmente 133 periódicos na base, sendo quatro na área de saúde pública.

Um destes periódicos é Ciência e Saúde Coletiva (C&SC), publicação oficial da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que completa este mês 20 anos de existência ininterrupta e relevante contribuição científica para a área. Para celebrar a data, a edição de julho de C&SC publica uma série de artigos convidados sobre o tema “A importância da publicação científica no desenvolvimento da saúde pública”, reunindo especialistas e editores dos principais periódicos do Brasil na área, além do Presidente da Federação Mundial das Associações de Saúde Pública (WFPHA), Mengistu Asnake, que assina o editorial do número temático.

Asnake introduz o tema do número especial ressaltando que o mesmo está alinhado aos valores da WFPHA, ou seja, promover a prática, educação, treinamento e pesquisa em saúde pública. Em sua visão, séculos de experiência mostraram que o impacto da saúde pública vai além das fronteiras, e as publicações científicas compartilham evidências que se traduzem em políticas públicas e fortalecimento da saúde global. Ademais, Asnake encoraja jovens profissionais de saúde pública a escrever e submeter artigos a periódicos arbitrados no estágio inicial de suas carreiras, e pesquisadores experientes, editores de periódicos, bem como associações e instituições de saúde pública, a orientar e apoiar este processo.

Everardo Duarte Nunes, membro do corpo editorial da C&SC desde 2002, faz em seguida uma análise sobre o processo de institucionalização da Abrasco por ocasião da criação do periódico e a evolução da produção científica brasileira na área. Nunes relata as fases de consolidação da saúde coletiva como tema central de pesquisa científica, que passa a atrair recursos humanos, financeiros e formar especialistas para conformar uma comunidade científica integrada a redes de comunicação, sociedades científicas e publicações específicas. Ele analisa ainda a relevante contribuição da C&SC neste processo, bem como o de outros periódicos do Brasil, como a Revista de Saúde Pública, Cadernos de Saúde Pública, Revista Brasileira de Saúde Ocupacional e a Revista Baiana de Saúde Pública, entre outros.

Abel Packer, coordenador científico do Programa SciELO na FAPUnifesp, destaca com base em indicadores bibliométricos a centralidade nacional da pesquisa comunicada nos periódicos de saúde pública editados no Brasil que explica a dicotomia entre alta indexação internacional e baixo desempenho em termos de citação dos artigos publicados nestes periódicos. Além do foco nacional, muitos artigos são publicados em idioma português, o que limita que sejam lidos – e citados – por autores internacionais. Packer ressalta que o baixo impacto nos índices WoS afeta a avaliação dos programas nacionais de pós-graduação em saúde coletiva, uma vez que a CAPES utiliza indicadores baseados em número de citação dos índices WoS e Scopus para ranquear os periódicos. Entretanto, o desempenho é muito melhor quando se consideram os índices SciELO e Google Scholar que apresentam cobertura mais ampla. Analisando o ranking em índices internacionais, desempenho e características dos dez periódicos brasileiros na área de saúde pública e coletiva indexados no SciELO, Abel Packer traça um perfil desta área temática e sua evolução, apontando os desafios enfrentados pelos editores e os caminhos em direção à internacionalização, profissionalização e sustentabilidade das publicações brasileiras.

Os artigos seguintes referem-se às trajetórias dos três periódicos pioneiros no Brasil na área de saúde pública e coletiva, a Revista de Saúde Pública (RSP), Cadernos de Saúde Pública (CSP) e a própria C&SC, relatadas por seus atuais editores-chefes.

Estes três periódicos possuem características comuns e trajetórias semelhantes, e juntos integram o que Packer denominou primeiro grupo entre os dez periódicos brasileiros de saúde publica e coletiva indexados no SciELO. Estas publicações estão indexadas em cada uma das sete bases de dados regionais e internacionais consideradas em seu artigo (LILACS, SciELO Brasil, SciELO Saúde Pública, Medline, Web of Science, Journal Citation Reports, e Scimago/Scopus) e o conjunto delas é responsável por mais de 64% dos artigos publicados entre 2011 e 2013 em periódicos de saúde pública no SciELO editados no Brasil.

Estes periódicos compartilham, além de realizações e reconhecimento da comunidade científica, desafios e preocupações, como a sustentabilidade financeira e a dificuldade em obter bons pareceres na avaliação por pares dos manuscritos submetidos. Com relação à gestão financeira, apenas a RSP opera com taxas de publicação (Article Processing Charge), os demais contam com recursos do CNPq, FAPESP e contribuições das instituições às quais estão vinculadas (Abrasco e Fundação Oswaldo cruz no caso da C≻ Escola de Saúde Pública da USP para a RSP e Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz, no caso da CSP). Considerando o número elevado de submissões que estes periódicos recebem, faz-se necessário uma avaliação rigorosa dos manuscritos por parte dos editores-chefes, para não sobrecarregar os pareceristas com trabalhos de baixa relevância científica, que reproduzem meramente resultados obtidos por outros autores. A RSP atribui o excesso de submissões à política do publish or perish e à valorização da quantidade sobre a qualidade dos artigos na avaliação de pesquisadores e de programas de pós-graduação. Neste aspecto, os editores da RSP e a C&SC acreditam que atribuir reconhecimento ao trabalho dos pareceristas é proveitoso e a C&SC também propõe a disponibilização aberta dos pareceres, como forma de incentivar avaliações criteriosas, a exemplo da coleção Public Library of Science (PLoS), periódicos do BMC, PeerJ e Nature.

Os editores da RSP, CSP e C&SC compartilham da visão que a questão da internacionalização é importante, porém a RSP ressalta que esta deve ser tratada com cuidado para não se transformar em finalidade. Desta forma, poder-se-ia correr o risco de rejeitar boas contribuições nacionais e privilegiar autores estrangeiros apenas para conferir caráter internacional ao periódico.

Referente à temática dos artigos, a RSP, nas palavras de seus editores, “tem sido cronista da evolução da agenda tradicional da saúde pública; até meados dos anos 1990, seus artigos haviam acompanhado: ‘a reintrodução do Aedes aegypti, o crescimento da morbidade e da mortalidade por doenças ocupacionais, o crescimento da participação das doenças não transmissíveis na morbidade, assim como da violência (…) a redução da mortalidade materna e infantil e o crescimento da prática do aleitamento materno’.” A CSP, por sua vez, publica artigos que contribuam para o estudo da saúde pública em geral, bem como saúde ambiental, políticas públicas e planejamento em saúde, e ciências sociais aplicadas à saúde, entre outras. O periódico publica anualmente um ou mais suplementos temáticos em temas variados, totalizando 53 fascículos temáticos desde 1986. A C&SC é “uma revista com foco temático que ecoa os princípios filosóficos e políticos da Abrasco, de subsidiar o debate acerca da implementação do SUS e da promoção da saúde pública do país”. Uma análise dos temas de artigos publicados em uma amostragem representativa da coleção mostra destaque para artigos sobre politicas, planejamento e gestão da saúde, doenças e agravos, e saúde e ambiente, mantendo ao mesmo tempo compromisso indissociável com o SUS.

O número temático comemorativo da C&SC prossegue com artigos devotados a outros três periódicos relevantes no cenário da pesquisa brasileira: Revista Brasileira de Epidemiologia (RBE), Interface – Comunicação, Saúde e Educação (ICSE), e Saúde e Sociedade (SeS). Estes periódicos correspondem ao que Packer denominou segundo grupo por estarem indexados em cinco das sete bases bibliográficas consideradas em seu estudo.

RBE, ICSE e SeS foram criadas aproximadamente na mesma época, as duas primeiras em 1997 e a última em 1992. A RBE resulta do estabelecimento da Comissão de Epidemiologia da Abrasco, que decidiu criar o periódico para “sistematizar os amplos debates que mobilizavam a comunidade de pesquisadores, docentes e profissionais de serviços de saúde na produção e aplicação de conhecimentos gerados”. Os autores eram majoritariamente sanitaristas dedicados a estudos epidemiológicos que participavam do movimento de constituição da Saúde Coletiva no país, além de publicar suplementos sobre o papel da epidemiologia na construção do SUS.

O periódico ICSE foi concebido por um grupo interdisciplinar de estudos em educação e comunicação em saúde na Faculdade de Medicina de Botucatu com apoio da Fundação Kellogg. ICSE publica artigos sobre a educação e comunicação nas práticas de saúde, além de estudos interdisciplinares em ciências sociais e humanas e saúde.

SeS, por sua vez, nasceu na Faculdade de Saúde Pública da USP, com apoio da Associação Paulista de Saúde Pública, para dar vazão à produção científica na área de Ciências Humanas e Sociais em Saúde. Sua criação se deu em um momento histórico particular, às portas do século XXI e sofrendo a influência do documento Saúde para Todos no Século XXI, complementando a Declaração de Alma Ata de 1978 sobre a Atenção Primária em Saúde. Naquele ano era realizada a Conferência Rio 92 (ECO 92) e a Agenda 21 apresentava o “desenvolvimento sustentável” como forma de garantir crescimento econômico sem prejuízos para o meio ambiente. Data desta época também as primeiras discussões sobre direito à saúde como direitos humanos e os riscos do desenvolvimento tecnológico acelerado sobre a vida no planeta e a saúde dos seus habitantes. No cenário nacional assistia-se à promulgação da nova Constituição e à criação do SUS.

A temática abordada pelos artigos publicados pela RBE acompanha a evolução da saúde brasileira. No período entre 1998 a 2004, 44% dos trabalhos eram centrados em estudos epidemiológicos sobre enfermidades transmissíveis e nutrição. Com o passar do tempo, o Brasil e o mundo assistiram ao aumento da prevalência das enfermidades crônicas, decorrentes do aumento da expectativa e do estilo de vida como sedentarismo, consumo de álcool e tabaco.

A evolução da comunicação científica em saúde no Brasil e a migração do periódico em papel para a plataforma na Internet nos anos seguintes levaram à reformulação das políticas editoriais dos periódicos na área da saúde pública. A indexação em índices internacionais como Medline/PubMed, Web of Science, Scopus e o próprio SciELO levaram à necessidade de publicar artigos em idioma inglês, ou bilíngue, para atingir simultaneamente pesquisadores internacionais e profissionais de saúde do Brasil. A RBE entre 2010 e 2014 aumentou em 120% o número de artigos em inglês. Para a ICSE, o ingresso na coleção SciELO Brasil em 2005 elevou em 500% as submissões ao periódico em apenas três anos. A SeS também viu o número de submissões aumentar drasticamente a partir do ingresso em SciELO em 2008 e a partir de 2010, nota-se também maior número de submissões de autores internacionais.

Em decorrência do aumento de submissões, os periódicos tiveram que adequar a gestão editorial dos manuscritos, procedendo a um rígido controle de adequação ao escopo, originalidade, relevância científica e abordagem metodológica, permitindo realizar um processo de avaliação isento e orientado no sentido de valorizar os trabalhos contemplados junto à comunidade acadêmica e aos profissionais de saúde pública. Assim como inúmeros periódicos editados no Brasil e no exterior, obter pareceres de qualidade nos tempos preconizados é um dos desafios persistentes. A ICSE adota a publicação ahead of print como forma de reduzir o tempo de publicação de manuscritos aceitos, e optou, em 2012, por descontinuar a publicação impressa, seguindo a tendência atual de preferência pela versão digital e por medida de redução de custos. A SeS também contempla esta possibilidade em curto prazo.

RBE, ICSE e SeS publicam um ou mais suplementos anuais com temáticas específicas que traduzem os interesses da comunidade de pesquisadores e profissionais da área naquele momento. Analogamente a outros periódicos que contam com subsídios institucionais e de agências públicas de fomento, como CAPES, CNPq e as FAPs, estes periódicos enfrentam desafios com a sustentabilidade financeira e de fluxo de produção editorial.

O terceiro grupo de periódicos inclui aquelas indexadas em duas e três das sete bases da análise de Packer. São elas a Physis: Revista de Saúde Coletiva (PRSC), Revista Brasileira de Saúde Materno-Infantil (RBSMI), Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (RBSO) e a Trabalho, Educação e Saúde (TES). Destas, apenas a PRSC e a RBSO estão presentes no número temático da C&SC.

A PRSC é uma publicação do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Saúde Coletiva. Foi criada em 1991, inserida no cenário mundial e brasileiro de importantes acontecimentos na área da saúde pública e coletiva, como descrito acima. É, portanto, contemporânea de relevantes publicações brasileiras como a C&SC, SeS, ICSE e RBE, e publica estudos de saúde coletiva com ênfase nas áreas de ciências humanas e sociais e planejamento e administração em saúde. O periódico publica um ou mais números temáticos por ano, alguns dos quais se caracterizam pela inovação e contribuição ao debate ao campo da saúde coletiva. Seu corpo editorial expressa preocupação com questões – também recorrentes a outros editores – referente à qualidade dos artigos publicados, a valorização da quantidade sobre a qualidade e ao que os editores da CSP denominaram de “mais do mesmo”. O editor da PRSC, Camargo Junior, cita Richard Horton, editor do renomado periódico Lancet, que afirma que os publishers deveriam se perguntar não como proteger fatias de mercado, mas sim explorar e aproveitar o valor pleno da ciência para a sociedade. Camargo Junior é de opinião que as instâncias-chave para a produção e a difusão da ciência no Brasil não estejam enfrentando adequadamente essa tarefa, porém o recém-criado Fórum de Editores em Saúde Coletiva vem discutindo estes temas em seus encontros.

A RBSO, publicada pela Fundacentro, órgão do Ministério do Trabalho e Emprego, foi criada em 1973, durante o governo militar. Sua trajetória compreende três fases, a primeira como veículo de difusão de conhecimentos e da política de prevenção de acidentes; a seguir, a partir dos anos 1980, abre espaço para publicações técnico-científicas ao mesmo tempo em que se inaugura a temática saúde do trabalhador. Desde 2005-2006, a nova estrutura editorial independente leva à sua indexação na coleção SciELO Brasil em 2012, quando passa a receber mais submissões. O alto índice de rejeição (85%) contribuiu para a melhora significativa de índices de impacto e ranqueamento pelo Qualis-Capes.

Atualmente, a missão do periódico é “publicar artigos científicos relevantes para o desenvolvimento do conhecimento e para incrementar o debate técnico-científico no campo da Saúde e Segurança no Trabalho.A RBSO reflete uma área multidisciplinar complexa ilustrada pela temática dos artigos que publica, desde estudos sobre Medicina do Trabalho e Saúde Ocupacional, bem como fundamentos da Saúde do Trabalhador. O comitê editorial hoje à frente do periódico se baseia no princípio da liberdade editorial preconizada pelo ICMJE, e está empenhado em promover o crescimento qualitativo do periódico, fortalecer o processo de avaliação por pares, e otimizar a gestão editorial. O segundo princípio que norteia seu trabalho é o de funcionar como serviço público de qualidade, dando ênfase a publicação de artigos de mérito científico e relevantes à sociedade.

A RBSO publica dossiês temáticos como forma de atrair artigos e estabeleceu parceria com o Grupo de Trabalho Saúde do Trabalhador da Abrasco. Assim, o periódico se consolida como veículo da produção científica na área, publicando principalmente artigos originais, muitos dos quais são oriundos dos programas de pós-graduação em diversas especialidades. A publicação conta com edições online e impressas distribuídas gratuitamente a bibliotecas e órgãos públicos no país.

O número comemorativo dos 20 anos da C&SC traça, assim, um panorama da situação atual da pesquisa científica em saúde pública e coletiva no Brasil e dos principais periódicos na área. Frente ao limitado apoio das políticas públicas, as conquistas que estes periódicos alcançaram atestam o trabalho incansável de editores, da comunidade científica e das instituições envolvidas, e indicam que seu futuro depende de igual – senão maior – empenho para assegurar seu lugar junto às mais prestigiosas publicações internacionais. Nas palavras de Cecília Minayo, editora-chefe da C&SC, “as revistas científicas da área de saúde coletiva, mesmo com todas as críticas às suas limitações – críticas que os próprios editores fazem, mostrando o que muito falta do longo caminho a percorrer – podem se considerar vitoriosas em seu desempenho acadêmico que enobrece a ciência brasileira e em seu sentido social que contribui para o aprimoramento do SUS”.

Referências

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Links externos:

Scimago Journal and Country Rank – <http://www.scimagojr.com/>

Web of Science, Thomson Reuters. – <http://wokinfo.com/>

 

lilianSobre Lilian Nassi-Calò

Lilian Nassi-Calò é química pelo Instituto de Química da USP e doutora em Bioquímica pela mesma instituição, a seguir foi bolsista da Fundação Alexander von Humboldt em Wuerzburg, Alemanha. Após concluir seus estudos, foi docente e pesquisadora no IQ-USP. Trabalhou na iniciativa privada como química industrial e atualmente é Coordenadora de Comunicação Científica na BIREME/OPAS/OMS e colaboradora do SciELO.

 

Como citar este post [ISO 690/2010]:

NASSI-CALÒ, L. Ciência e Saúde Coletiva dedica número sobre a importância de periódicos de saúde coletiva editados no Brasil [online]. SciELO em Perspectiva, 2015 [viewed ]. Available from: http://blog.scielo.org/blog/2015/07/28/ciencia-e-saude-coletiva-dedica-numero-sobre-a-importancia-de-periodicos-de-saude-coletiva-editados-no-brasil/

 

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